Narração da história, de domínio popular, na qual o sábio avô ensina ao neto que não conseguirá nada enquanto bate na tartaruga, pois somente o calor do acolhimento, do carinho, lava a tartaruga a sair de seu casco.
Complementa essa narração a música "Vida", do Padre Gildásio Mendes, onde aspectos positivos da vida são valorizados, dos mais simples aos mais complexos.
O presente vídeo é para uso didático, interditado todos os demais.
Criação: Professor João Cesar ( http://profjoao.zip.net/ )
domingo, 1 de março de 2009
História: O Menino e a Tartaruga - Música: Vida
domingo, 18 de janeiro de 2009
Marcas do que se foi (com áudio)
"Marcas do que se foi"
Duração: 01min29seg.
Edição: Professor João César - http://profjoao.zip.net/
"Dedico este vídeo musical a todos os que estarão caminhando comigo neste ano que se inicia.
Saibamos dar-nos as mãos, caminhando juntos e corrigindo-nos fraternalmente, como gostaríamos que fizessem conosco!"
Vídeo criando a partir da música "Marcas do que se foi".
Composição da música: Zurana.
Interpretação: Padre Juarez de Castro - http://www.padrejuarez.com.br
As imagens de fundo são de domínio público, acessadas a partir do site Google.
Professor João Cesar criou e editou este vídeo para finalidades pedagógicas. Use na íntegra e com todos os créditos. Uso pessoal.
quinta-feira, 1 de janeiro de 2009
Dom Bosco - Singela Homenagem ao Grande Educador (com som e linguagem fácil)
Uma singela homenagem ao Grande Educador São João Bosco.
Em linguagem simples, rápidos traços de sua vida, atualizada para nossos dias.
Este vídeo não é institucional, não é oficial.
O texto é de minha autoria;
As fotos são do site oficial http://www.sdb.org/ (com opção de línguas)- também acervo do site Google;
A trilha sonora é da cantora católica Eliana Ribeiro, da Comunidade Canção Nova ( http://www.cancaonova.com/ )
ATENÇÃO: singela homenagem, sem vínculos institucionais, nem a pretensão de substituir materiais mais elaborados. Pensei apenas em uma linguagem mais acessível ao público infanto-juvenil. Grato pela compreensão. Fiquem à vontade para assistir, copiar, multiplicar, divulgar...
Visite blog não oficial (também singela homenagem):
http://domboscoeducador.blogspot.com/
Tudo isso em homenagem ao Grande Educador da Juventude, esse precioso instrumento de Deus para o bem da juventude de todos os tempos!
terça-feira, 23 de dezembro de 2008
terça-feira, 25 de novembro de 2008
quinta-feira, 2 de outubro de 2008
Apesar de Você
Este vídeo, montado a partir da música de Chico Buarque, mostra a realidade angustiante vivenciada por diversos educadores pelo Brasil afora, especialmente por aqueles que lecionam comigo.
Não é uma crítica a pessoas (as quais devem ser respeitadas sempre, mesmo que não respeitem), mas a determinadas ATITUDES.
Afinal, o pecador (sujeito) não pode confundido com o pecado (sua ação), como afirmou várias vezes o grande Teólogo Santo Agostinho.
As pessoas que oprimem deveriam pensar que para cada ação, há uma reação. Optei por reagir artisticamente, porque ainda acredito no ser humano e nos princípios democráticos.
Abraços cordiais a todos!
Professor João César
São Paulo - SP - Brasil
(primavera de 2008)
domingo, 18 de fevereiro de 2007
CARTA PÚBLICA DE INTENÇÕES 2007
Edição Definitiva
• Ser um diferencial positivo na vida de todos que de mim se aproximarem, especialmente crianças, adolescentes e jovens. Para eles quero ser um referencial positivo, um porto seguro com o qual poderão contar, diante de tantos fatos negativos e contra-valores que envolvem a todos.
• Meu princípio amplo de trabalho: “respeitar para ser respeitado”. Essa será – e sempre foi – a lógica de meu relacionamento dentro e fora da sala de aula, com todos os seres humanos. A recíproca haverá de ser verdadeira também, sempre.
• Nunca imporei minha escala de valores a ninguém, mas deixarei claro que a mesma sempre estará norteando minhas ações pedagógicas. Igualmente, dialogarei com escalas de valores diferentes dos meus, sem concordar passivamente com os mesmos; tolerância não é nem passividade, nem imposição de um sobre o outro. A Unidade pressupõe Diversidade, sem prevalências ou submissões. E Educação é crença: só se faz plenamente bem aquilo que é feito com convicção.
• Todo meu trabalho docente será, como sempre, sustentado em dois pilares: leitura prazer no início das aulas (com desdobramentos inter e supra-disciplinares) e resgate do lúdico na escola - “hora do brinquedo” (brincando a criança se socializa, toma contato com regras, passa a ver a Escola como algo prazeroso etc). Nesse sentido estarei criando e divulgando Planos de Trabalho (ou “Seqüência Didática”, como queiram – não importa o nome, mas o que é feito). Acredito que conteúdos atitudinais e habilidades devam caminhar juntos com os conteúdos tradicionalmente consagrados, se de fato queremos formar cidadãos.
• Meu “norte” de trabalho será (como sempre foi) a criação da autonomia progressiva dos alunos. A criança deverá sempre caminhar para a autonomia, ou seja, o governo: de seu corpo, de seu espaço, de seus pertences e de suas ações. Sem isso, o processo educativo da criança fica comprometido, com reflexos no coletivo da classe (quem não cuida de si, cria problemas para todos). Nesse sentido, a família deverá colaborar (aceitando ou não), pois o exercício da cidadania passa pela capacidade de cuidar de si em primeiro lugar. Afinal, a criança não terá o adulto sempre para amarrar seu tênis, servir sua refeição, apontar seus lápis, tomar parte de suas encrencas etc. Queremos cidadãos ou parasitas sociais, que dependem dos outros para ter ação? O cordão umbilical já foi cortado, ou vai matar a criança por asfixia em torno do pescoço? O parto biológico já ocorreu; o parto social está (ou deveria estar) em processo progressivo.
• Prioridades de ações: o aluno em primeiro lugar (1 – O Estatuto da Criança e do Adolescente garante-lhe prioridade nacional absoluta; 2 – sem o Aluno não exite o Professor e, sem estes dois, não existe a Escola e seus desdobramentos institucionais – Professor e Aluno = célula-núcleo da Instituição). Dai a necessidade de direcionar-lhe todas as ações. E é por esta “peneira” que passarão todas as minhas decisões, inclusive os quesitos burocráticos. O Legal jamais poderá estar à frente do Ético (ambos são faces de uma mesma moeda). O “papel solicitado” deverá ser sempre para atender melhor o aluno; se esta finalidade não estiver bem clara, o “papel” vai para o final da fila.
Enfim, expus acima, de forma bem resumida, meus objetivos para este ano de 2007, independente da Unidade Escolar na qual estarei trabalhando. Considero como o mínimo do mínimo para que haja um trabalho de qualidade, no qual eu possa respeitar a todos ao mesmo tempo em que me faço respeitar. Tudo aquilo não elencado nesses pontos será objeto de ampla negociação; porém o conteúdo supra-citado será executável de forma automática e direta. São como a estrutura de um edifício: se mexer, comprometerá a firmeza da obra; mas os acabamentos (pontos não elencados e, portanto, negociáveis) serão sempre bem-vindos, pois enriquecerão e embelezarão a obra.
Tenho plena certeza de que estes meus princípios em nada colidem com a legislação em vigor. Muito pelo contrário, é uma forma de dar-lhe pleno cumprimento.
Fraternalmente,
João Cesar
Professor de Ensino Fundamental I (em exercício profissional efetivo desde 20 de maio de 1997).
Aos 31 de Janeiro de 2007
(no 119º ano de falecimento do grande educador Padre Giovanni Melchior Bosco)
Original em: http://profjoao.zip.net

